Roberto DaMatta

Roberto DaMatta foi chefe do departamento de Antropologia do Museu Nacional e o coordenador do seu programa de pós-graduação em Antropologia Social (de 1972 a 1976). É professor emérito da Universidade norte-americana de Notre Dame, onde ocupou a cátedra Rev. Edmund Joyce, c.s.c., de Antropologia de 1987 a 2013.

Atualmente, é professor associado da PUC-RJ e da UFF. Em 2001, recebeu a Ordem do Mérito do Rio Branco no grau de Comendador.

Roberto realizou pesquisas etnológicas entre os índios Gaviões e Apinayé. Foi pioneiro nos estudos de rituais e festivais em sociedades industriais, tendo investigado o Brasil como sociedade e sistema cultural por meio do carnaval, do futebol, da música, da comida, da cidadania, da mulher, da morte, do jogo do bicho e das categorias de tempo e espaço.

Considerado um dos grandes nomes das Ciências Sociais no País, é autor de diversas obras de referência na Antropologia, Sociologia e Ciência Política, como Carnavais, Malandros e Heróis, A casa e a rua ou O que faz o brasil, Brasil?.

Em 1974, Oswaldo Caldeira realizou para o Ministério da Educação e Cultura, com finalidades didáticas, o documentário de média metragem Aukê. O filme é uma aula de Antropologia, baseada em um estudo feito em 1970 por Roberto chamado Mito e anti-mito entre os Timbira, que conta o surgimento do homem branco do ponto de vista indígena. O próprio Roberto apresenta e explica seu trabalho ao longo do filme, que foi selecionado e exibido no Festival de Brasília de 1975.

Formação Acadêmica

  • Graduado e licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense
  • Especialização em antropologia social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Mestrado (Master in Arts) edoutorado (PhD) em 1969 e 1971 respectivamente pela Universidade Harvard

Principais Temas Abordados

  • Antropologia
  • Ciências Sociais
  • Cultura Nacional

Livros Publicados

  • Índios e castanheiros (com Roque de Barros Laraia) – 1967
  • Ensaios de antropologia cultural – 1975
  • Um mundo dividido: a estrutura social dos índios Apinayé – 1976
  • Carnavais, malandros e heróis – 1979 (em francês, 1983; em inglês, 1991)
  • Universo do carnaval: imagens e reflexões – 1981
  • Relativizando: uma introdução à antropologia social, 1981
  • O que faz o brasil, Brasil? – 1984
  • Explorações: ensaios de sociologia interpretativa – 1986
  • Conta de mentiroso: sete ensaios de antropologia brasileira – 1993
  • Torre de Babel: ensaios, crônicas, críticas, interpretações e fantasias – 1996
  • Águias, burros e borboletas: um ensaio antropológico sobre o jogo do bicho – 1999
  • Profissões industriais na vida brasileira – 2003
  • Tocquevilleanas, notícias da América – 2005
  • A bola corre mais que os homens: duas Copas – 2006
  • Fé em Deus e pé na tábua: como e por que o trânsito enlouquece no Brasil – 2011

Eleita pela segunda vez consecutiva a melhor empresa de palestras do Brasil.

A resposta da proposta será em até duas horas durante o horário comercial.
Consultoria GRATUITA de um de nossos especialistas.