Arnaldo Jabor

No início dos anos 70, com o recrudescimento da repressão política e da censura,  os antigos autores cinemanovistas procuram caminhos metafóricos, alegóricos, para driblar a ação do governo e poder expor suas propostas. Arnaldo Jabor faz o mesmo com Pindorama (1970). Mas aqui o excesso de barroquismo e de radicalismo contra o cinema clássico comprometem a qualidade da obra, como o próprio Jabor admitiria mais tarde.

Entre seus filmes mais famosos estão: Toda Nudez Será Castigada (1973) e Eu Sei Que Vou Te Amar (1984). Em 1991, abandonou o cinema e iniciou colaboração semanal na Folha de S. Paulo, tornando-se uma das personalidades mais polêmicas da imprensa brasileira.

Por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou na imprensa o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a Rede Globo, no Jornal Nacional e no Bom Dia Brasil e também para a Rádio CBN, o estilo irônico com que comenta os fatos da atualidade brasileira.

Abordando os mais variados temas (cinema, artes, sexualidade, política nacional e internacional, economia, amor, filosofia, preconceito), suas intervenções “apimentadas” na televisão e em suas colunas lhe renderam admiradores e muitos críticos.

Principais Temas Abordados

  • Economia e Política
  • Conjuntura Nacional
  • Cenário Político e Econômico do Brasil
  • Quem é o Brasil? Presente e Futuro

Livros Publicados

  • Os canibais estão na sala de jantar
  • Sanduíches de Realidade
  • A invasão das Salsichas Gigantes
  • Amor É Prosa, Sexo É Poesia
  • Pornopolítica
  • Eu Sei Que Vou Te Amar
  • Amigos Ouvintes - coletânea de comentários gravados para a Rádio CBN

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